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Dado explica cãibras contra o Jacaré e não garante molecada para Série B


O Paysandu entrou em campo contra o Paragominas com apenas dois remanescentes da equipe titular: o lateral direito Matheus Silva e o volante Renato Augusto. Entre as novidades, garotos que estreavam na equipe profissional, como o volante Lucas Geovane. O detalhe, porém, foi a entrada de outro 'personagem' do jogo: o carro-maca!

Apesar do tempo escasso de acréscimos nas duas etapas da partida (um minuto no primeiro tempo e quatro no segundo), foi uma rotina a quantidade de jogadores deitados no gramado enquanto pediam atendimento. Cãibra foi um dos motivos mais recorrentes. Em entrevista coletiva, o técnico do Paysandu, Dado Cavalcanti, explicou:

'Cuidado com a edição para não cortar muito. Devo me alongar um pouco nessa resposta', avisou e declarou: 'A cãibra é provocada por três questões. A primeira - e mais comum - é o desgaste físico; a segunda é a desidratação - e hoje estava um calor acima da média -; e a terceira é o lado psicológico. Muitos jogadores entraram em campo pela primeira vez como profissionais e muitos deles nem dormiram de ontem para hoje porque ficaram sabendo disso. Isso mexe demais com os garotos. Existe toda uma questão hormonal envolvida. Cada pessoa e cada atleta responde a isso de uma maneira diferente'.

Na sequência da resposta, Dado criticou a arbitragem de Andrey da Silva e Silva por não ter liberado a parada técnica. 'Podem discordar de mim, mas o calor de hoje foi muito mais forte que o habitual. Era jogo para ter parada, sim. Até o adversário, que vem jogando com essa base o campeonato, todo sentiu. Isso é um fator que aumenta a possibilidade de cãibra também', pontuou. O termômetro durante o jogo ficou entre 32ºC e 30ºC, de acordo com o site especializado Climatempo.

Indagado acerca do rendimento dos garotos na equipe, Cavalcanti disparou: 'O Marquinho (meia) voltou bem (do empréstimo para a Tuna), mas ainda precisa evoluir. Todos são jovens e estão nesse mesmo processo. Existe o talento, porém precisam crescer mais como atletas. Por isso que é importante o processo de empréstimos para outros clubes e de aproveitamentos em jogos pontuais. Quando um atleta sobe da base, os profissionais o tratam com um carinho diferente. Ele é protegido pelo grupo. O jogador só cria a casca que precisa ter quando ele sai dessa proteção e um dos caminhos para isso é o empréstimo. Estamos avaliando os que estão aqui e os que estão emprestados e vamos ver o que acontecerá até a Série B'.

ORM
19/03/2018

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